não tenho muito o que me demorar nessa parte, a alice está descobrindo como as coisas são estranhas naquele lugar e que talvez ela não seja mais a mesma alice desde que acordo, afinal, nada faz um sentido d verdade.
ela cresce, diminui e cresce de novo, apenas para diminuir mais uma vez. todas as coisas que ela sabia agora não se lembra mais e chorar era a única coisa que poderia fazer no momento, as portas não se abriam por razão alguma e a chave que deveria estar consigo o tempo todo, mas parece sempre volta para aquela mesa onde não pode alcançar.
gosto de ver como ela se questiona o tempo inteiro, faz as coisas com impulsividade e não entende a gravidade das coisas que fala ao senhor rato, sempre se enrolando e colocando problemas onde não precisariam ser colocados, se não fosse por suas bobagens de garotinha.
Nenhum comentário:
Postar um comentário