estou a ler, novamente. buscando me encontrar e lembrar de como era escrever, então comecei pelo começo. não sabia se escolhia o hobbit, ou alice no país das maravilhas e assim como o título já diz, decidi entre os dois;
a introdução do livro é curta e suficiente. o ideal para me prender na leitura novamente, até pensei que iria engatar dois capítulos de uma vez e eu não perceberia isso se não fosse a minha vontade em escrever tudo o que penso durante. estou dolorosamente comparando o livro com todas as outras obras inspiradas nele que eu devorei durante os anos. não pude deixar de ligar os pontos.
o começo de alice é quase que só uma pequena pincelada, um desenvolvimento tão apressado quanto o coelho para entrar de uma vez no que seria o país das maravilhas com todas as estranhezas. aquela frase icônica do desenho sobre "tudo ser o que não é e não ser o que é" não existe nesse ponto, talvez mais pra frente. ainda assim consegui ver muita semelhança na animação soviética que traz bastante esse diálogo interno que alice tem consigo mesma durante a queda.
é um pouco engraçado ver como a alice é sempre visual, se questionando como um livro pode ser um livro sem ilustrações... ou apenas ingerindo algo por não ter aviso algum de veneno.
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